AQUECIMENTO A GÁS!

 

Se você ainda não sabia ou não recebeu informação sobre isso, estamos compartilhando a informação e o link das matérias a respeito do assunto.

Esse assunto apareceu este mês (julho de 2019) nos noticiários de TV (SP1 e Fantástico), devido acidente com a morte de toda uma família em Santo André/SP. A manutenção do sistema de aquecimento é de responsabilidade do proprietário do imóvel e deve ser realizado anualmente.

Segue o endereço das matérias veiculadas.

https://globoplay.globo.com/v/7768678/

https://globoplay.globo.com/v/7781966/

Essa responsabilidade é de cada proprietário, não do condomínio, não espere que o sindico do seu condomínio tome as providências pela segurança dentro da sua unidade.

Cuide da vida da sua família, isso não tem preço!

Abaixo um pouco mais sobre esse assunto…


sistema de aquecimento a gás é algo que proporciona um grande conforto para os usuários, de forma  que não necessita de maiores apresentações uma vez, que são várias as residências e diversos espaços que se beneficiam deste sistema de aquecimento.

E para que os usuários consigam se apropriar de forma adequada destes benefícios, é de grande importância que seja realizada a manutenção de forma periódica deste sistema, para que seja possível identificar possíveis falhas ou mesmo reparar os erros evidentes e necessários.

Assim como a instalação do sistema de aquecimento a gás exige que seja realizada por profissionais que possuam conhecimentos e especificações ténicas, a manutençãotambém deve ser realizada apenas por estes profissionais, que irão efetuar as atividades necessárias de forma adequada, evitando casos de possíveis explosões e até mesmo a morte de pessoas por intoxicação, quando ocorrer o vazamento de gás.

Fonte e matéria completa em: http://www.energyaquecimento.com.br/blog/manutencao-aquecimento-gas/


 

Trabalhando sempre pelo bem estar dos condôminos.

 

Walter Peres – Sindico Profissional

 

Atividades ilícitas no condomínio!

A matéria do sindiconet desta semana mostra um problema cada vez mais recorrente em condomínios, principalmente no uso de drogas. Abaixo estamos reproduzindo alguns trechos da matéria e vamos também deixar o link para caso tenha interesse, realizar a leitura da matéria completa, o que é bastante importante devido a complexidiade do tema.

Saiba como agir nesses casos e o que fazer para que o condomínio não seja alvo dessas situações

Falar sobre prostituição, drogas, ligações clandestinas, jogatina etc., é sempre muito delicado, ainda mais quando estes crimes são praticados dentro de um condomínio.

É preciso, no entanto, falar sobre eles para prevenir que aconteça no seu condomínio ou para combatê-los antes que o problema piore! O artigo 1336, inciso IV, do Código Civil é muito claro quando diz que são deveres dos condôminos “dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

Em condomínios, a prática mais comum é cogitar a aplicação de advertências e multas ao condômino infrator, sempre resguardado o direito de defesa do mesmo. E caso este seja um inquilino, o proprietário do apartamento será responsabilizado e autuado até tomar uma providência.

Entretanto, para situações mais polêmicas e delicadas como estas apresentadas no início da matéria, o gestor precisa cercar-se de alguns cuidados e, se necessário, acionar a polícia.

De acordo com o advogado especializado em condomínios, Marcio Rachkorsky, o síndico tem a obrigação de envolver a polícia para manter a ordem e a segurança no condomínio, caso seja constatado que há um crimeocorrendo nas dependências.

“No ponto vista administrativo e jurídico, o síndico precisa deixar claro para o infrator que no condomínio existem regras, que a engrenagem jurídica funciona bem e que se continuar com os atos ilícitos, ele será responsabilizado judicialmente. Além disso, o síndico precisa entender que ele não é super-herói ou justiceiro. Ou seja, síndico tem que aprender a ligar para o 190. Crime quem resolve é a polícia. Percebeu alguma coisa fora do comum, está na eminência de que vai acontecer um crime, aciona o 190 porque é a polícia quem vai decidir o que fazer neste caso”, assegura Marcio.

CONSUMO DE DROGAS NAS UNIDADES

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O uso de drogas nas unidades gera muita polêmica. Segundo o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques, um dos problemas mais recorrentes está no uso de drogas nas unidades, onde as mesmas são área privativa, o que dificulta fiscalização.

Mas mesmo nestas áreas, havendo uma reclamação fundamentada, o assunto poderá ser tratado pelo síndico.

Assim, caso mais de um morador reclame por conta de cheiro excessivo, por exemplo, o caso passa a ser uma questão da administração do condomínio.

Nesta situação, é recomendável que seja feita uma reunião reservada com o morador ou responsável, e repassada as queixas ouvidas, assim como indicar as implicações legais e criminais do uso de drogas ilícitas.

Esta abordagem deve ser feita, no entanto, sem ameaças, pois isto pode prejudicar o ambiente condominial.

Caso o morador esteja apresentando algum comportamento antissocial relacionado ao uso de drogas, ou represente ameaça aos outros membros da família ou aos outros condôminos, o síndico pode chamar a polícia, mesmo que de forma anônima.

REGRAS

Não há a necessidade de incluir na convenção a questão do consumo de drogas especificamente, já que qualquer outra atividade ilegal não pode ser feita no condomínio. É importante, no entanto, que ela defina regras para o descumprimento de leis federais, estaduais ou municipais – como a aplicação de multas em caso de descomprimento, por exemplo.

Evite riscos de danos morais

Antes de tornar pública a questão, ou até mesmo ao abordar o possível infrator, o síndico deve ter em mente se tais atos são mesmo graves (criminosos) ou não, e se há certeza ou provas do fato, sob a pena de se criar um constrangimento para o infrator ou todos do condomínio.

“O síndico deve ter cautela para resolver qualquer problema que envolva os moradores, funcionários, prestadores de serviços e outros. Deve ter a consciência de que, para qualquer situação, não pode agir de forma indiscriminada e, quando necessário, buscar a orientação do advogado. Casos com excesso no trato têm fulminado em danos morais que chegam algumas vezes aos patamares de R$ 10 mil. E quem arca com esse valor nem sempre é o prédio, se o causador dos atos (danos) for o síndico agindo em excesso ao exercício de sua função”, destaca Karpat.

Dicas de especialistas para coibir tais atividades

A primeira coisa a se trabalhar é a postura do síndico. Ele deve ser firme e agir com bom senso e rigor para tornar o ambiente condominial controlado e bem regrado. É fundamental que essa sensação de ordem seja transmitida a todos que habitam ou visitam o condomínio.

Mas além disso, o gestor deve valer-se de recursos e procedimentos para coibir tais atividades. Veja o que dizem nossos especialistas:

CONTROLE DE ACESSO

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Para tentar combater as atividades criminosas dentro dos condomínios, o síndico ou administradora pode pedir para que os porteiros passem a exigir identificação completa de todos os visitantes do condomínio, como, nome completo, nome do morador e unidade que pretendem visitar.

A identificação costuma afugentar aqueles que procuram o anonimato ou ainda detectar um possível “nome de guerra” do condômino infrator.

Para isso, o síndico precisa aprovar a questão em assembleia e mudar o Regulamento Interno. Segundo o advogado Alexandre Marques, caso algum condômino atual ou futuro se negar a obedecer a regra, pode ser advertido e na reincidência multado. A aprovação deve se dar pela maioria simples dos presentes em assembleia, regra geral do Artigo 1.352 e 1.353 do Código Civil.

O advogado e colunista do SíndicoNet, Zulmar José Koerich Junior, explica que o fator segurança pode servir de pretexto para o síndico tomar tais providências.

“Nas situações em que me deparei com casos envolvendo exploração sexual e tráfico de drogas, busquei conjugar a segurança do condomínio com uma solução efetiva ao problema, sugerindo a adoção destas medidas administrativas, coibindo o ingresso indiscriminado de pessoas sem identificação nas dependências do condomínio, e isso acabou surtindo resultado”, aponta Zulmar.

MONITORAMENTO

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Outra maneira de tentar descobrir um comércio ilegal, segundo Roberto Piernikarz, diretor da BBZ Administradora, é ficar de olho no tempo de permanência dessas visitas. Os usuários de drogas, por exemplo, costumam fazer visitas rápidas para adquirir o produto ilegal e sair. Se esse tipo de fluxo for recorrente em uma unidade, é preciso ficar atento.

Além disso, é primordial a instalação de câmeras de segurança, principalmente em áreas de difícil acesso ou pouco fluxo de pessoas, e de luzes automáticas, que acendem quando seus sensores detectam movimento.

É aconselhável ainda, principalmente em condomínios maiores, que os funcionários da noite realizem rondas frequentes pelo condomínio e, caso seja verificado um problema em maior escala, deve ser analisada a ideia de contratar um segurança particular ou terceirizado.

Quanto pode custar ao síndico ser omisso?

O fato de o síndico ser omisso não significa que é a favor do crime. Ou seja, criminalmente ele não responde por nada. Entretanto, se a atividade ilícita for comprovada, os moradores pedirem providências e o síndico não tomar nenhuma atitude, ele pode responder civilmente pelos prejuízos que essa omissão causar a título de danos materiais e morais para o condomínio.

“Obviamente, essas questões dependem de uma análise do caso concreto para tentar mensurar a extensão dos danos, o grau de omissão e as circunstâncias em que essa se deu, para somente depois lançar um juízo de reprovabilidade sobre a conduta do síndico”, comenta Zulmar.

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A matéria tem vários outros pontos e o assunto é bastante polêmico e deve ser tratado com cuidado, mas deve ser tratado. Uma situação é clara, precisa haver reclamação por parte de mais de um morador e precisamos identificar o infrator para podermos agir de alguma forma.

Link para a leitura completa: https://www.sindiconet.com.br/informese/atividades-ilicitas-no-condominio-prostituicao-drogas-convivencia-prostituicao-trafico-etc

Fonte: sindiconet.com.br

Trabalhamos sempre pela satisfação do nosso cliente, contamos sempre com o seu apoio e a sua compreensão.

Walter Peres – Sindico Profissional

 

Cuidado!

Segundo matéria do G1 – Santos e Região, dois indivíduos entraram em um condomínio na Vila Belmiro e conseguiram facilmente praticar um roubo sem nenhuma dificuldade.
A prática desses delitos é facilitada pela displicência de nós, moradores, que ao entrar no condomínio não se incomoda com quem aproveita o momento e acaba entrando e sem que nos importemos com o fato, achando que as pessoas são moradores como nós.
Bandido não tem cara, muito pelo contrário, se mistura junto aos moradores disfarçados de boas pessoas e acabam cometendo delitos facilmente.

Nesse sentido é importante que ao entrarem ou saírem do seu condomínio, acionando o sistema biométrico ou com a abertura pela portaria, não permitam que pessoas que você não sabe se são moradores, aproveitem esse momento, pois esse ato ajuda a segurança de todos.
Não fique constrangido, pois se a pessoa for moradora terá o acesso biométrico, quando este existe, terá a chave para abrir a porta, se não for, deverá se identificar na portaria ou na unidade via interfone.
Por isso é importante que os visitantes também sejam identificados na portaria, não se incomode com a dificuldade de acesso ao condomínio, se incomode com a facilidade de acesso e de possível facilidade de furto.
Casos que sejam identificados como possíveis falhas operacionais devem ser comunicados ao síndico para providências.

Vamos todos fazer a nossa parte, com a ajuda de todos a possibilidade de
problemas são muito menores e a segurança agradece.

 

Acompanhe a matéria apresentada no Jornal da Tribuna pelo link abaixo:

Furto em condomínio, matéria do G1, Santos e Região, TV Tribuna Baixada Santista

Walter Peres – Sindico Profissional