Manutenção Entrada Social

Após alteração do local onde estava instalado o botão de abertura da portão social para entrada de pedestres, foi realizado a pintura das paredes desse local, assim como foi instalado mola para fechamento da porta de acesso a garagem, ficando para a próxima segunda-feira a pintura do teto, finalizando assim a conservação do local. Abaixo as fotos dos trabalhos realizados no local, como sempre insistimos em dizer, para melhorar o conforto dos moradores e a manutenção ou até a valorização do patrimônio como um todo.

Trabalho firme e dedicado dos profissionais que fazem parte dessa equipe que atende o condomínio, tornam os ambientes mais agradáveis e sempre importante termos os colaboradores vestindo a camisa do condomínio!

Trabalhamos sempre pela satisfação do nosso cliente, contamos sempre com o seu apoio e a sua compreensão.

Walter Peres – Sindico Profissional

Manutenção e evolução!

Sempre com o objetivo de colocar o condomínio em posição que proporcione a melhor condição de habitação para todos os moradores, estamos trabalhando muito no sentido de transformar o sistema de monitoramento cada vez mais eficiente e com qualidade para possibilitar aos nossos colaboradores a condição de realizar o seu trabalho com qualidade e segurança.

Nesse sentido, fechamos em junho o contrato de manutenção não só do sistema de CFTV, mas toda interfonia, portões eletronicos, controle de acesso, com a NEXCOM, ou seja, estar sempre com os sistemas funcionando e em alguma eventualizade termos uma empresa comprometida para realizar as correções necessárias.

Face a isso, está sendo corrigido o sistema de CFTV, que estava em condições precárias e agora estamos junto à NEXCOM, realizando as intervenções necessárias.

A imagem acima mostra como as alterações iniciais já sirtiram o efeito esperado e com baixo custo, dentro dessa condição de trabalho, foi realizado dentro do DG a organização do sistema, cabos e DVRs, conforme as fotos abaixo, do antes e o depois.

 

Trabalhando sempre pensando no condomínio, com qualidade e dedicação.

 

Contamos com seu apoio e a sua compreensão!

 

Walter Peres – Sindico Profissional

Novo Desafio!

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Desde o ultimo dia 11, uma nova equipe de trabalho iniciou a sua participação no Fusion Home & Office. O serviço de portaria e limpeza deixou de ser terceirizado e passou a ser com mão de obra própria do condomínio. Desde abril temos trabalhado no projeto deste desafio, assim como na montagem da equipe.

Passamos por reuniões com o conselho, com os colaboradores que já atuavam no condomínio, entrevistas com candidatos às vagas, busca por equipamentos como uniformes, visita a fornecedores, ou seja, um trabalho incansável mais prazeroso.

No dia 11 de junho, realizamos a integração do pessoal que começava a trabalhar no condomínio, passamos as diretrizes de trabalho, como queremos e necessitamos que a coisas aconteçam, realizamos uma apresentação em powerpoint mostrando toda a estrutura do condomínio, onde cada um iria atuar e o principal, que atuamos em equipe, em conjunto, sem vaidades e sempre em prol de um objetivo unico, o melhor para o condomínio como um todo.

Os primeiros dias já mostraram que estávamos certos nesse projeto e o clima organizacional melhorou e muito com essa nova equipe. Agora é arregaçar as mangas e continuar trabalhando no sentido de promover o bom ambiente de trabalho, proporcionar a satisfação dos colaboradores e a satisfação dos moradores.

Contamos com seu apoio e a sua compreensão neste momento de transição,

 

Walter Peres – Sindico Profissional

LEI DE OCUPAÇÃO DO SOLO!

Este POST visa transmitir aos moradores do Fusion Home & Office, um assunto que nos foi comunicado na última sexta-feira (20) por uma moradora do Trend, que está envolvida nesse processo, na tentativa de reverter algo que possa ser prejudicial aos moradores do bairro, mais especificamente os condomínios Trend e Fusion.

Abaixo segue o material repassado por ela, que necessita do apoio dos moradores e principalmente que seja formado uma comissão para dar andamento nas necessidades. É necessário que algum morador se manifeste a ser esse que irá encabeçar a comissão do Fusion para que esta comissão se junte a comissão do Trend formando uma união para defender os desejos de todos os moradores.

Já está na portaria do Fusion Home (deixado pelo Wilhans 106 A), um documento para assinatura de todos os moradores, proprietários, inquilinos, qualquer pessoa que tenha vínculo com o condomínio, mais de uma assinatura por unidade, não há restrições, contamos com você nessa luta.

Segue o material recebido da moradora:


 A lei de uso e ocupação do solo da área insular do município de Santos (Lei complementar nº 730 de 11 de julho de 2011) está em processo de revisão. Esta lei é aquela que mais afeta o cotidiano na cidade, pois é ela que define o zoneamento, ou seja, a delimitação da cidade em zonas e por consequência os usos que são permitidos e proibidos em cada uma delas, assim como a forma como cada terreno pode ser ocupado em termos construtivos. Sendo assim, os impactos negativos e positivos da forma como o território é ocupado tem relação direta com esta lei. Usos incompatíveis com o uso residencial por exemplo, devem ser evitados em áreas onde moram e é incentivado e permito o uso habitacional.

 Atualmente o nosso prédio está situado na Zona Central II.

 Fusion e Trend

Pelo Plano Diretor, esta área fica na Macrozona Centro, onde tem-se como objetivo incentivar o aumento do uso residencial. Na zona central II – ZC II são permitidas várias categorias de uso nas vias que circundam nossa quadra como por exemplo:

1 – Na Rua Emílio Ribas:

CS1 – em imóveis existentes

a) serviços profissionais e de negócios a exemplo de escritórios, consultórios, bancos de sangue, clínicas médicas com até 500m² (quinhentos metros quadrados), ateliês, comércio de produtos médicos, hospitalares e odontológicos, corretoras e empresas de seguro, locadoras de vídeo e lan house;

b) serviços pessoais e domiciliares a exemplo de chaveiros, eletricistas, cabeleireiros, centros estéticos, encanadores, lavanderias, sapateiros, bicicletaria destinada somente a pequenos reparos;

c) comércio a exemplo de mercearias, laticínios, quitandas e frutarias;

d) comércio a exemplo de bazares, confeitarias, sorveterias, casas de café, rotisseries, papelarias e floriculturas;

e) berçários, creches, núcleos de recreação infantil, estabelecimento de educação infantil, ensino fundamental e educação especial, conforme define legislação específica e casas de repouso.

CS2 – em imóveis novos

 a) serviços profissionais e de negócios a exemplo de escritórios, consultórios, bancos de sangue, templos religiosos, clínicas médicas, ateliês, comércio de produtos médicos, hospitalares e odontológicos, corretoras e empresas de seguro, locadoras de vídeo e lan house;

b) serviços pessoais e domiciliares a exemplo de chaveiros, eletricistas, cabeleireiros, centros estéticos, encanadores, lavanderias, sapateiros, bicicletaria destinada somente a pequenos reparos;

c) comércio a exemplo de mercearias, laticínios, casa de carnes, quitandas, frutarias, padarias, panificadoras, farmácias, drogarias, minimercados e empórios;

d) comércio a exemplo de bares sem música, lanchonetes, bazares, confeitarias, sorveterias, casas de café, rotisseries, papelarias e floriculturas;

e) berçários, creches, núcleos de recreação infantil, estabelecimento de educação infantil, ensino fundamental e educação especial, conforme define a legislação específica, casa de repouso, cursos livres e bufês;

f) serviços socioculturais a exemplo de associações beneficentes, comunitárias, de vizinhança e entidades de classe, estas com até 300 m2 (trezentos metros quadrados) de área construída, vedado em suas dependências a realização de festas e bailes.

CS3

a) comércio varejista diversificado ou de entrega em domicílio a exemplo de choperias, pizzarias, restaurantes, dentre outros estabelecimentos sem música ao vivo, revenda de automóveis, comércio de tecidos, vestuário e utilidades domésticas;

b) entidades de classe e bancos;

c) serviços pessoais e de saúde a exemplo de ambulatórios, “pet-shops”, clínicas veterinárias e academias de ginástica;

d) escolas de ensino médio e cursos preparatórios para vestibular;

e) serviços culturais, cinemas, salas de projeção, teatros e galerias de arte;

f) pensões, pousadas e albergues;

g) serviços de estúdios, laboratórios e oficinas técnicas;

h) “flats”;

i) estabelecimentos para guarda de automóveis ou utilitários, lava-rápidos que não envolvam lubrificação;

j) hotéis

 

Na Campos Melo e Silva Jardim, todos os usos anteriormente mencionados e ainda:

a) postos de abastecimento, lavagem de veículos que envolva lubrificação e lojas de conveniência;

b) oficinas mecânicas, de reparo e pintura de veículos de passeio e utilitários, as de reparos de equipamentos e implementos de pequeno porte em geral;

c) lojas de departamento, centros comerciais não dotados de lojas “âncoras”, praças de alimentação e/ou estabelecimentos de entretenimento, supermercados, concessionárias de veículos, faculdades e centros esportivos;

d) atividades associadas à recreação, clubes sociais, boliches, quadras de esportes e balneários;

e) comércio e depósitos de materiais, lojas de tintas e resinas, depósito de materiais recicláveis (“eco pontos”) e atividades não poluentes relacionadas com a triagem e reciclagem de materiais;

g) marcenarias, serralherias e marmorarias;

h) atividades com música a exemplo de clubes e casas noturnas, choperias, pizzarias, discotecas, restaurantes e bares;

e CS5

 

a) “shopping center”;

b) hipermercados e varejões;

c) universidades;

d) centros de convenções e pavilhão de feiras e exposições;

e) hospitais e maternidades;

f) comércio atacadista;

g) cemitérios e necrotérios.

 

Concluindo, diferente da Zona da Orla (onde só se permite o CS1 a, b, e, o CS2-f em vias locais), da Zona Intermediária (só se permite o CS1 interior e o CS2-e em vias locais), na Zona Central II os usos são bastante permissivos e impactantes.

Além de não se corrigir esta distorção entre as várias zonas da cidade, o que está sendo proposto para o nosso bairro vai torná-lo ainda pior, pois continuamos na ZCII, mas acrescentaram uma “Faixa de Amortecimento I” ao lado da nossa casa, vejamos:

Fusion e Trend

Nesta faixa de amortecimento passará a ser permitido por exemplo, os usos retro portuários como transporte rodoviário de carga, armazenamento de produtos químicos, petroquímos, granel sólido, granel líquido, indústrias com risco ambiental moderado por apresentarem elevado grau de incomodidade em função do grande porte além de pessoal e tráfego intensos; médio/alto grau de nocividade em função da exalação de odores e material particulado, vibrações e ruídos fora dos limites da indústria entre outros. Atualmente as empresas deste tipo que estão em funcionamento na região são desconformes, ou seja, assim que a licença for encerrada não pode abrir uma igual no mesmo lugar. Além disso elas devem apresentar um Estudo de Impacto de Vizinhança para continuarem. Pela proposta, as atividades impactantes, precisarão fazer este estudo de impacto para serem licenciadas, mas isto garantirá que elas possam se instalar regularmente.

Como pode “incentivar” o uso habitacional, implantar um VLT na Campos Melo, projetar uma Fatec na Hospedaria dos Imigrantes aqui ao lado, desconsiderar o campos da UNIFESP, a quantidade de imóvel protegido culturalmente da região e principalmente a população já moradora há anos e aquela que chegou recentemente em grande quantidade com este tipo de proposta?

Isto não amortece de maneira alguma a atividade retro portuária no bairro, muito pelo contrário.

É IMPORTANTE QUE NOS MANIFESTEMOS AGORA LEVANDO UMA PROPOSTA JUNTO À SEDURB – SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO URBANO, RESPONSÁVEL PELA REVISÃO DA LEI, QUE A APRESENTEMOS NO CMDU – CONSELHO MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO URBANO E AOS VEREADORES NAS AUDIÊNCIAS PÚBLICAS QUE A CÂMARA DEVERÁ REALIZAR QUANDO O PROJETO DE LEI CHEGAR À CASA. OS DOIS CONDOMÍNIOS JUNTOS POSSUEM APROXIMADAMENTE 1600 MORADORES, MAIS DO QUE ALGUNS BAIRROS DA CIDADE.

PROPOSTA INICIAL PARA A LEI DE USO E OCUPAÇÃO DO SOLO DA ÁREA INSULAR:

1 – Retirada da Faixa de Amortecimento I desta região;

2 – Definição da Avenida perimetral como limite entre o porto e a cidade;

4 – Definição de isenções parciais ou totais de IPTU para incentivar o só residencial na região;

6 – Definição das categorias de uso permitidas a exemplo daquelas estabelecidas para a Zona da Orla;

7 – Criação de mecanismos que estimulem a renovação urbana em substituição às quadras definidas como FA I no bairro;

Demanda geral

1 – Definição de prazo para que a prefeitura implante mecanismo de controle do ruído da perimetral;

2 – Apresentação imediata dos EIVs das empresas desconformes instaladas no bairro;

3 – Apresentação do projeto de orientação de veículo de carga da região.

Incluir junto com a proposta lista de assinaturas.

Pessoal, quem puder, já pode também incluir aquelas propostas que estão ao final do documento que eu mandei no site da prefeitura, aqui:

http://www.santos.sp.gov.br/?q=webform/participe-da-nova-luos

Sugestões da moradora do Trend que está a frente do processo:

  1. Encaminhar as propostas pelo link;
  2. Criar uma comissão de moradores para leva-las na SEDURB;
  3. Enviar a comissão de moradores no dia da reunião de aprovação da minuta no CMDU;
  4. Comparecer nas audiências da Câmara para garantir que nossa proposta seja aprovada;
  5. Comparecer nas sessões da câmara de votação do projeto de lei;
  6. Coletar a assinatura do máximo de moradores e proprietários possível para levar nesses lugares.

O texto entre faixas, foi totalmente enviado pela moradora que nos procurou e precisamos montar uma comissão de moradores no Fusion para estes fazerem parte desse trabalho sob coordenação e orientação desta moradora, nesse sentido o nosso papel é intermediar e facilitar esse processo, porém a iniciativa do trabalho é dos moradores, a gestão é apenas um facilitador do processo, mas os moradores precisam se envolver com a causa.

Contamos com a sua participação.

Walter Peres – Sindico Profissional

VAZAMENTO ENTRE UNIDADES!

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Um problema corriqueiro e que gera muitas duvidas é sobre vazamento entre unidades. Normalmente, no primeiro sintoma que aparece sobre um vazamento oriundo da unidade acima, o prejudicado logo aciona o sindico, entendendo ser problemas do condomínio, o que não é verdade, pois vazamentos da linha horizontal são de responsabilidade da unidade e esse acerto deve ser realizado entre as partes.

Qualquer edifício possuí duas redes de encanamento: uma horizontal e uma vertical. A rede horizontal comporta os canos que servem para as unidades, recebendo água da rede vertical e conduzindo esgoto para a mesma. As unidades são as responsáveis pelos reparos e danos que podem ocorrer aí. Caso algum vazamento dê início no teto do banheiro, em virtude de problemas na rede horizontal, por exemplo, o responsável pelos reparos e pelos custos é o morador da unidade de cima.

Já a rede vertical conduz a água e o esgoto por todos os andares do prédio. Essa rede é de uso comum, o que significa dizer que sua responsabilidade é totalmente do condomínio, até mesmo, obras realizadas nos apartamentos, devido á problemas nesta rede.

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O sindico pode como representante do condomínio, intermediar a situação caso não se chegue a um entendimento entre as partes. Mais detalhes sobre esse assunto indicamos a leitura de duas matérias, como o site do sindiconet e o site administradores, links abaixo.

https://www.sindiconet.com.br/

http://www.administradores.com.br/

 

Trabalhamos sempre pela satisfação do nosso cliente, contamos sempre com o seu apoio e a sua compreensão.

Walter Peres – Sindico Profissional

 

Atividades ilícitas no condomínio!

A matéria do sindiconet desta semana mostra um problema cada vez mais recorrente em condomínios, principalmente no uso de drogas. Abaixo estamos reproduzindo alguns trechos da matéria e vamos também deixar o link para caso tenha interesse, realizar a leitura da matéria completa, o que é bastante importante devido a complexidiade do tema.

Saiba como agir nesses casos e o que fazer para que o condomínio não seja alvo dessas situações

Falar sobre prostituição, drogas, ligações clandestinas, jogatina etc., é sempre muito delicado, ainda mais quando estes crimes são praticados dentro de um condomínio.

É preciso, no entanto, falar sobre eles para prevenir que aconteça no seu condomínio ou para combatê-los antes que o problema piore! O artigo 1336, inciso IV, do Código Civil é muito claro quando diz que são deveres dos condôminos “dar às suas partes a mesma destinação que tem a edificação, e não as utilizar de maneira prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos possuidores, ou aos bons costumes.

Em condomínios, a prática mais comum é cogitar a aplicação de advertências e multas ao condômino infrator, sempre resguardado o direito de defesa do mesmo. E caso este seja um inquilino, o proprietário do apartamento será responsabilizado e autuado até tomar uma providência.

Entretanto, para situações mais polêmicas e delicadas como estas apresentadas no início da matéria, o gestor precisa cercar-se de alguns cuidados e, se necessário, acionar a polícia.

De acordo com o advogado especializado em condomínios, Marcio Rachkorsky, o síndico tem a obrigação de envolver a polícia para manter a ordem e a segurança no condomínio, caso seja constatado que há um crimeocorrendo nas dependências.

“No ponto vista administrativo e jurídico, o síndico precisa deixar claro para o infrator que no condomínio existem regras, que a engrenagem jurídica funciona bem e que se continuar com os atos ilícitos, ele será responsabilizado judicialmente. Além disso, o síndico precisa entender que ele não é super-herói ou justiceiro. Ou seja, síndico tem que aprender a ligar para o 190. Crime quem resolve é a polícia. Percebeu alguma coisa fora do comum, está na eminência de que vai acontecer um crime, aciona o 190 porque é a polícia quem vai decidir o que fazer neste caso”, assegura Marcio.

CONSUMO DE DROGAS NAS UNIDADES

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O uso de drogas nas unidades gera muita polêmica. Segundo o advogado especialista em condomínios e colunista do SíndicoNet, Alexandre Marques, um dos problemas mais recorrentes está no uso de drogas nas unidades, onde as mesmas são área privativa, o que dificulta fiscalização.

Mas mesmo nestas áreas, havendo uma reclamação fundamentada, o assunto poderá ser tratado pelo síndico.

Assim, caso mais de um morador reclame por conta de cheiro excessivo, por exemplo, o caso passa a ser uma questão da administração do condomínio.

Nesta situação, é recomendável que seja feita uma reunião reservada com o morador ou responsável, e repassada as queixas ouvidas, assim como indicar as implicações legais e criminais do uso de drogas ilícitas.

Esta abordagem deve ser feita, no entanto, sem ameaças, pois isto pode prejudicar o ambiente condominial.

Caso o morador esteja apresentando algum comportamento antissocial relacionado ao uso de drogas, ou represente ameaça aos outros membros da família ou aos outros condôminos, o síndico pode chamar a polícia, mesmo que de forma anônima.

REGRAS

Não há a necessidade de incluir na convenção a questão do consumo de drogas especificamente, já que qualquer outra atividade ilegal não pode ser feita no condomínio. É importante, no entanto, que ela defina regras para o descumprimento de leis federais, estaduais ou municipais – como a aplicação de multas em caso de descomprimento, por exemplo.

Evite riscos de danos morais

Antes de tornar pública a questão, ou até mesmo ao abordar o possível infrator, o síndico deve ter em mente se tais atos são mesmo graves (criminosos) ou não, e se há certeza ou provas do fato, sob a pena de se criar um constrangimento para o infrator ou todos do condomínio.

“O síndico deve ter cautela para resolver qualquer problema que envolva os moradores, funcionários, prestadores de serviços e outros. Deve ter a consciência de que, para qualquer situação, não pode agir de forma indiscriminada e, quando necessário, buscar a orientação do advogado. Casos com excesso no trato têm fulminado em danos morais que chegam algumas vezes aos patamares de R$ 10 mil. E quem arca com esse valor nem sempre é o prédio, se o causador dos atos (danos) for o síndico agindo em excesso ao exercício de sua função”, destaca Karpat.

Dicas de especialistas para coibir tais atividades

A primeira coisa a se trabalhar é a postura do síndico. Ele deve ser firme e agir com bom senso e rigor para tornar o ambiente condominial controlado e bem regrado. É fundamental que essa sensação de ordem seja transmitida a todos que habitam ou visitam o condomínio.

Mas além disso, o gestor deve valer-se de recursos e procedimentos para coibir tais atividades. Veja o que dizem nossos especialistas:

CONTROLE DE ACESSO

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Para tentar combater as atividades criminosas dentro dos condomínios, o síndico ou administradora pode pedir para que os porteiros passem a exigir identificação completa de todos os visitantes do condomínio, como, nome completo, nome do morador e unidade que pretendem visitar.

A identificação costuma afugentar aqueles que procuram o anonimato ou ainda detectar um possível “nome de guerra” do condômino infrator.

Para isso, o síndico precisa aprovar a questão em assembleia e mudar o Regulamento Interno. Segundo o advogado Alexandre Marques, caso algum condômino atual ou futuro se negar a obedecer a regra, pode ser advertido e na reincidência multado. A aprovação deve se dar pela maioria simples dos presentes em assembleia, regra geral do Artigo 1.352 e 1.353 do Código Civil.

O advogado e colunista do SíndicoNet, Zulmar José Koerich Junior, explica que o fator segurança pode servir de pretexto para o síndico tomar tais providências.

“Nas situações em que me deparei com casos envolvendo exploração sexual e tráfico de drogas, busquei conjugar a segurança do condomínio com uma solução efetiva ao problema, sugerindo a adoção destas medidas administrativas, coibindo o ingresso indiscriminado de pessoas sem identificação nas dependências do condomínio, e isso acabou surtindo resultado”, aponta Zulmar.

MONITORAMENTO

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Outra maneira de tentar descobrir um comércio ilegal, segundo Roberto Piernikarz, diretor da BBZ Administradora, é ficar de olho no tempo de permanência dessas visitas. Os usuários de drogas, por exemplo, costumam fazer visitas rápidas para adquirir o produto ilegal e sair. Se esse tipo de fluxo for recorrente em uma unidade, é preciso ficar atento.

Além disso, é primordial a instalação de câmeras de segurança, principalmente em áreas de difícil acesso ou pouco fluxo de pessoas, e de luzes automáticas, que acendem quando seus sensores detectam movimento.

É aconselhável ainda, principalmente em condomínios maiores, que os funcionários da noite realizem rondas frequentes pelo condomínio e, caso seja verificado um problema em maior escala, deve ser analisada a ideia de contratar um segurança particular ou terceirizado.

Quanto pode custar ao síndico ser omisso?

O fato de o síndico ser omisso não significa que é a favor do crime. Ou seja, criminalmente ele não responde por nada. Entretanto, se a atividade ilícita for comprovada, os moradores pedirem providências e o síndico não tomar nenhuma atitude, ele pode responder civilmente pelos prejuízos que essa omissão causar a título de danos materiais e morais para o condomínio.

“Obviamente, essas questões dependem de uma análise do caso concreto para tentar mensurar a extensão dos danos, o grau de omissão e as circunstâncias em que essa se deu, para somente depois lançar um juízo de reprovabilidade sobre a conduta do síndico”, comenta Zulmar.

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A matéria tem vários outros pontos e o assunto é bastante polêmico e deve ser tratado com cuidado, mas deve ser tratado. Uma situação é clara, precisa haver reclamação por parte de mais de um morador e precisamos identificar o infrator para podermos agir de alguma forma.

Link para a leitura completa: https://www.sindiconet.com.br/informese/atividades-ilicitas-no-condominio-prostituicao-drogas-convivencia-prostituicao-trafico-etc

Fonte: sindiconet.com.br

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Walter Peres – Sindico Profissional

 

Iluminação externa!

Pensando sempre no conforto e segurança do morador, além de ouvirmos as necessidades desses moradores, um pedido foi atendido e referendado pelo corpo diretivo como um todo, que era a instalação de luminárias no lado externo do condomínio, tornando a área mais iluminada e consequentemente mais segura, afastando um pouco dos moradores de rua que acabavam ficando pelo local.

Serviço executado pelos funcionários do condomínio, com o custo apenas da locação do andaime e o material elétrico utilizado, sem custo de mão de obra com terceiros. O serviço foi bem executado, o objetivo atingido e o condomínio foi elogiado por vizinhos e pessoas que passam pelo local.

Abaixo as fotos da execução dos trabalhos e seu resultado:

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Manutenção Garagem Subsolo OFFICE!

Dando continuidade ao processo de conservação e manutenção dos espaços comuns do Fusion Office, nesta segunda-feira (19), está sendo continuado a lavagem da garagem do subsolo. A parte do térreo, area externa já havia sido realizado o procedimento como pode ser visto nas fotos abaixo:

 

As fotos acima mostram o térreo e apresentação abaixo mostra a limeza do subsolo.

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Bebedouro na área comum HOME!

Atendendo a solicitação de moradores, o corpo diretivo reunido no ultimo dia 03 de março de 2018, decidiu pela aquisição de um bebedouro na área comum do condomínio, que atendesse os moradores que passam pelo local, aqueles que estão na piscina que muitas vezes entravam na academia molhados para beber água causando trantornos ao local, entre outros.

Nesse sentido, pensando na segurança e no conforto dos moradores, após pesquisa de preços e o melhor produto a ser aquirido, foi efetuado a compra de um  Bebedouro Purificador de Pressão IBBL BAG40C 220V INOX (Adulto/Infantil) 65032001 220v.

Conforme as fotos abaixo, podemos acompanhar a instalação e a disponibilidade do produto no local.

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Walter Peres – Sindico Profissional

Filtro da piscina infantil Fusion HOME!

Na ultima semana, o filtro da piscina infantil sofreu um dano e precisou ser substituído. Realizamos orçamentos com os prestadores que servem o condomínio e temos confiança no trabalho, sendo escolhido o menor orçamento oferecido da SUBITO.

Nesta quarta-feira (07), o serviços foram executados e o sistema recolocado em funcionamento normal de operação. A demora entre a detecção do problema e a execução deu-se pela demora no recebimento do equipamento que precisou ser substituído.

Abaixo as fotos dos trabalhos, sempre com acompnhamento do Acleverton, responsável pela zeladoria do HOME, assim como o Edilson no OFFICE.

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